Dan&Lay
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
A TEORIA DA RELATIVIDADE
A Teoria da Relatividade é uma extensão e correção da Fisica, unindo a mecânica clássica, estabelecida por Galileu e Newton, com o eletromagnetismo de Maxwell e Faraday.
Einstein propôs que, para as leis da física serem válidas em qualquer referencial, estático ou acelerado, a velocidade da luz deveria ser constante e com o mesmo valor em qualquer referencial. Esta proposta, ousada, foi confirmada na prática, e todas as implicações daí decorrentes são que não há, por exemplo, um referencial privilegiado no Universo. Não há centro nem bordas no Universo, por que estes seriam pontos privilegiados - o Universo é o seu próprio centro, todo ele é centro, e todo ele é bordas, e ele se toca a si mesmo em toda a sua extensão.
Outra consequência desta constância da velocidade da luz em todos os referenciais foi que, para passar de um referencial para outro, a transformação de Galileu não era suficiente, mas era preciso a transformação de Lorenz, que usa um fator 1/√(1 - v²/c²) - e que aponta que, quando a velocidade fica muito próxima da luz, acontece um fenõmeno interessante: as distâncias encolhem, o tempo anda mais lento, e a massa aumenta. Uma das consequências indiretas é que se descobriu um fator limitante no Universo: a velocidade da luz. Nenhum corpo com massa, ou informação, pode chegar à velocidade da luz, por que sua massa vai tendendo ao infinito à medida que a diferença entre sua velocidade e a velocidade da luz tende a zero.
Além disso, Einstein estabeleceu a relação entre a massa gravitacional, aquela calculada a partir da aceleração da gravidade:
P = m * g
com a massa inercial, aquela que aparece como uma relação entre força e aceleração:
F = m * a
ao apontar que se alguém estivesse em um elevador fechado que acelera a 1g, não poderia descobrir se estava estático sobre a Terra ou se estava acelerando. Ou seja, estabeleceu a equivalência entre um referencial acelerado e um referencial sob a ação da gravidade. Até então esta coincidência de valores era considerada apenas uma coincidência.
Finalmente, estas coisas todas surgiram não da imaginação de Einstein, mas da observação da natureza. Elas estão rigorosamente de acordo com o que a gente observa no cosmos. Em outras palavras, estão todas elas comprovadas - por mais estranho que seja, é assim que é o nosso universo.
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